UMA VITÓRIA POR DIA

Archive for the ‘Tô pensando, tô vivendo, tô mudando’ Category

Pessoal, olha quem voltou. Quem nunca foi embora!! Sim, aconteceu muita coisa na vida nesse intervalo de um ano e meio sem escrever. Vou dar uma resumidona.

Sai daquele emprego que me consumia a paz e a tranquilidade, mas fui demitida, tive que brigar na justiça pra ganhar meu dinheiro, o que deu certo e ponto final. Isso foi em janeiro de 2015
Comecei a cozinhar em casa, fazendo conservas, antepastos, patês e pães recheados e vender para amigos, conhecidos e em feiras e exposições, abri uma MEI chamada Amor em Conserva.

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Trabalhei mais ou menos uns 6 meses, ganhei um dinheirinho legal, mas era muito puxado. Eu saia pra comprar as coisas, e como não dirigia, tinha que ir de carrinho de e sacola e voltar de ônibus. Ir buscar vidros no centro da cidade, que também são pesados e voltar de ônibus. Depois todo o trabalho de lavar, esterilizar os utensílios, vidros, alimentos, cozinhar, envazar, rotular e ir vender.

Com isso tive um problema no cóxis. Ele saiu do lugar e inflamou o que me acarretava dores terríveis. Não tinha como sentar, deitar.Foram meses de dor, até que não aguentei mais e larguei o esquema de cozinhar.

 

Conheça aqui a Amor em Conserva

Alguns meses depois o cóxis melhorou, fiquei trabalhando em casa,  e adotei duas gatinhas.

Surubinha, a gata preta da sorte

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Encontrei a Surubinha abandonada na garagem de uma casa dessas alugadas para partido político, no dia 12/06/15.
A casa estava vazia e a gatinha gritava tão alto que escutei sua agonia antes de chegar no quarteirão. Tentei em vão fazer com que ela viesse perto de mim.
Fui encontrar o Roberto no Shake e voltamos pra onde ela estava, para tentar resgatar. Alguns vizinhos disseram que ela estava miando desde
as 4 da manhã e já eram 23:00.
Tentamos, chamamos, jogamos comida e nada, até que o Roberto colocou no celular,o barulho de miado de gato e ela veio. Levamos direto para um pet 24 horas para comprar tudo o que ela precisava. Cheguei em casa, dei banho anti-pulgas, passei remédio, dei comida e água.
O intuito não era ficar com ela, já que a Chérie é muito ciumenta, mas com o passar do tempo, todas se acostumaram e vivem bem juntas.
Hoje essa gata é o xodó de casa. As cachorras brincam com ela o tempo todo. Dormem todas juntas. Comem juntas, cada um no seu potinho.
Ah, que bom foi descobrir o quanto é legal ter um gato.

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Depois, veio a Nina, em 2016

Nina – A Siamesa

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Essa gatinha foi abandonada por um morador do condomínio onde eu moro. Ele se mudou e a largou no estacionamento, sozinha, passando por chuva, sol intenso, frio, fome e a tristeza do abandono.
Ela passou a viver em baixo dos carros e recebendo alimento de alguns moradores de bom coração.
A conheci em fevereiro de 2016 quando aceitei ajudar com a alimentação diária e percebi que ela estava grávida.
Fiquei muito receosa em pensar que ela teria os filhotes em situação de rua.
Então no dia 27/02 a resgatei.
Tive a ajuda de duas amigas, a Cilene e a Talita, super engajadas na causa dos animais, que a levaram no veterinário, compraram ração especial para que ficasse forte, e ela ficou comigo uma semana antes do parto.
nina 2Os filhotes nasceram dia 02/03 as 6:00. Todos saudáveis. Fiquei com eles por 45 dias e todos foram doados para pessoas que eu conhecia e sabia que seriam bem tratados.
Depois que os gatinhos foram embora, ela foi castrada, vermifugada e vacinada.
A princípio, a Nina seria doada também, mas não teve jeito. Depois de tantos cuidados, tantos dias juntas, criamos o lacinho do amor e ela ficou.
No começo, a adaptação com a Surubinha foi complicada. Elas brigavam, se estranhavam e a Suru tinha medo dela, passou até a não comer mais.Acho que era ciumes. Mas com calma e carinho, passaram mais uns 20 dias e elas começaram a se entender.
Agora tudo está em ordem. As duas brincam juntas e brincam também com as cachorras.
Agradeço as amigas Talita Vieira e Cilene Bolzachini por toda a ajuda, todos os amigos gateiros que deram dicas incríveis, as veterinárias Alessandra Cristina Silva e Lívia Lima pelos cuidados.
nina 3E agradeço especialmente ao meu marido Roberto Terremoto por permitir e apoiar mais essa adoção e me ajudar em tudo.
Ela está cada dia mais carinhosa, menos medrosa e mais linda, vivendo como todo bichinho deve viver, recebendo carinho, amor e tudo de bom.

Depois disso, em Abril fizemos a viagem que planejávamos a mais de 3 anos.
Foi incrível!!!

 

Abril de 2016 – Las Vegas – Rockabilly Weekend

Foram 10 dias mágicos, vendo coisas que sempre quisemos ver, que gostávamos e foi difícil acreditar que estávamos realmente ali. Tudo lindo, as avenidas, os hotéis, os shows, os eventos, vale a pena cada segundo, cada centavo

Quando voltei, comecei a trabalhar em uma produtora musical e é isso, a vida seguindo seu rumo, com seus dias e todas as suas diferenças.

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Ontem me vi em alguns complexos da Ana.as vezes pessoas que experimentaram muita dor, se permitem causar dor nelas mesmas... ”

Culpa, complexo, tristeza por não ter sido feliz e o medo de que a felicidade vá embora. Então, as vezes se prefere viver sem felicidade, só por medo de que ela deixe de existir.

Isso acontece muito comigo. As vezes, quero tanto uma coisa, que sei que ficaria imensamente feliz com aquilo, e sem  perceber, saboto todo o projeto.

Inconsciente.

Por medo de que algo dê errado no meio do caminho e eu fique triste por não ter dado certo. E fico usando aquela máscara de que não quero, não gosto, mas preciso, só pra não sofrer.

Muito recentemente eu tinha tirado um pouquinho uma máscara que usava a muito tempo. Fiquei pouquíssimo tempo sem ela, mas já estou colocando de volta. Eu não quero colocar, mas é mais forte que eu. Estou me sentindo triste, vendo a felicidade indo embora, sendo adiada, ou talvez, indo e não dê tempo de voltar. Então, pra não ficar triste, prefiro colocar a máscara de volta.

Que ódio!!!! Eu não quero colocar essa marda outra vez!

Pra mim e para meus amigos Daniel Li Portela e Juliana, que vão aprender que o amor só chega quando amamos.

“O verdadeiro sentido do amor vai muito além da posse, do apego, do rancor, da culpa e de alguns sentimentos que nos confudem quando não olhamos para nós mesmos. E sinceramente , temos a mania de achar que o amor é algo que se busca, algo para ser encontrado em alguma esquina. Buscamos o amor nas festas, nos bares, restaurantes e na internet.

Parece ser algo urgente.

Há um grande equívoco nessa procura ansiosa, cada vez mais acelerada, cada vez mais esquisita. Amor não é remédio, não existe para curar um mal estar que você mesmo criou dentro de si e que, portanto, só você mesmo pode curar. Portanto, se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproximará. 

Caso o faça, vai frustrar todas as suas expectativas, por que o amor quer ser recebido com saúde e leveza. O amor não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da baixa auto-estima. O amor não é tolo, quer ser bem tratado, escolhe as pessoas que, antes de tudo tratam bem de si mesmas. Ao contrario do que se pensa, ele não tem que vir antes de tudo: antes de estabilizar a carreira profissional, antes de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo mais dará certo.

O amor, ao contrário do que pensa os afoitos canditados a amantes, não tem pressa… ele espera primeiro você ser feliz para só então surgir diante de você.

O amor não tem nada a ver com agito, fogo, procura, apartamentos, piscinas, férias no exterior, passagens, carros e, muito menos, com princesas e príncipes encantados. Amar exige coragem, muita coragem, por que é entrega e está todo mundo viciado em trocas e mais trocas – tudo que o amor abomina.

Estamos sempre fazendo algo esperando pela recompensa imediata. Se o desejo não é atendido, a frustração logo aparece, a sensação de abandono se instala, a tristeza vem e com ela perde-se toda e qualquer possibilidade de felicidade.

Muitos são os cobradores, pouquíssimos são os doadores. Daí vem o desequilíbrio, daí vem o desamor que hoje é o maior defeito do homem. Somos mendigos de uma coisa que temos em abundância dentro de nós. Ainda não aprendemos que o amor que reivindicamos é o mesmo que precisamos dar, por que tudo começa em nós. Estamos sempre esperando que o outro tome a iniciativa.
O mesmo acontece com ele.

E assim o amor agoniza… sobrevive da eterna ilusão da busca, da procura, dos encontros mágicos que as novelas ajudam a instalar nas mentes mais desavisadas, quando tudo o que o amor anseia é pela dança sem a necessidade da música.

Acredito estar só no incio de um longo caminho a ser trilhado, de entender o que é o amor, pois esse sentimento só sabe quem sente.. a cada noite mal dormida, a cada decepção, a cada frustração…me levantar e acreditar que amor chega na hora certa.

Quem já encontrou precisa aprender como fazer pra que ele não vá embora.

“Amar não é quando duas pessoas olham uma para a outra, mas quando olham na mesma direção. O amor libera não encarcera.”

Triste… mas só quero pensar que vai passar.

De uma forma ou de outra, vai passar e tudo ficará bem, também de uma forma ou de outra.

Aprendi isso a um tempo atras e sei que é assim. A gente cai, machuca o joelho, chora, coloca remédio, espera e depois anda normal outra vez. A cicatriz depois fica clarinha. Mas ela fica lá, pra que a gente lembre de como foi que caiu e tome mais cuidado.

Isso serve pra mim nos momentos de angustia, dúvida, solidão, necessidade de tomar uma decisão e também para agradecer a algo que  busquei muito e consegui alcançar.
Ou seja, serve para todas as horas.
Acalma meu coração das aflições, consigo pensar melhor, com mais razão e menos emoção. Conheci em um momento muito complicado da vida e foi com isso que consegui mudar tudo, dentro de mim. Hoje, especificamente hoje, é o meu refúgio e tenho fé que tudo ficará bem, do jeito que for melhor pra todo mundo.
O Nam Myoho Rengue Kyo foi um verdadeiro presente que amigo Ismael me deu, quando me ensinou tudo que sabia sobre isso.

“Considero a frase “Não há felicidade mais verdadeira para os seres humanos que recitar o Nam-myoho-rengue-kyo” como uma das mais fáceis de memorizar e a mais difícil de compreender.

Imaginemos que uma pessoa procure você para pedir um conselho, pois ela se encontra desempregada e desesperada com a situação. É obvio esperar que você lhe ensine a oração do Daimoku, instruindo-a a estabelecer o objetivo de conseguir trabalho. Passados alguns dias essa pessoa o encontra demonstrando
estar muito feliz e lhe diz: “Puxa! A oração que você me ensinou é mesmo poderosa! Fiz o objetivo, orei o Nam-myoho-rengue-kyo e já estou empregado!” É muito comum ouvirmos frases como nesse exemplo, que “graças ao Nam-myoho-rengue-kyo consegui trabalho!”

Não é, absolutamente, uma forma errada de se expressar. No entanto, se analisarmos a frase do Escrito acima, é como se a pessoa mudasse seu teor para: “Não há felicidade mais verdadeira para os seres humanos que conseguir trabalho!”.

Então como podemos melhor analisar e pensar? Penso que a forma mais profunda de pensar é “Graças à necessidade de trabalho, recitei o Nam-myoho-rengue-kyo!”. Assim começamos a entender que os problemas são as motivações para a recitação do Daimoku. Ao invés de nos desesperarmos com situações difíceis, passamos a considerar que são nas dificuldades que se encontram as verdadeiras oportunidades. O sentimento de gratidão passa a fazer parte da oração e não há oração mais eficiente e forte do que aquela em que a determinação da vitória.

(do blog estadodebuda )

 

Sou do tempo em que se brincava na rua, de pega-pega, esconder, polícia e ladrão, alerta, queimada e casinha. Brinquei de boneca até os 15 anos e chorei quando a minha mãe disse que eu não tinha mais idade pra brincar.
Como assim? Queria ser eternamente criança. Brincar pra sempre. Achava os adultos tão chatos e sem graça, cheio de coisas insuportáveis pra fazer, contas bestas pra pagar.


Depois, aos 16, minha tia Vera Franco ganhou muitos cabelos brancos quando eu queria chegar em casa às 5 da manhã, com a Juliana Ju e a Alessandra Cristina , depois de curtir a baladinha na Zoom, a danceteria mais famosa da ZN no comecinho dos anos 90.
Mais tarde, aos 18, briguei em casa porque não queria mais estudar.

Queria trabalhar, viajar e conhecer tudo. E fui. E voltei. E fui e voltei diversas vezes, sei lá quantas.
Curti festa, curti bode, curti ressaca, curti amigos… curti coisa pra caramba.
Cresci, amadureci, dei com a cara no muro algumas vezes, aprendi,voltei a estudar, fiz escolhas, fiz renúncias e cheguei aqui, em 2012, com 37 anos, bons amigos, um amor e várias histórias.

E hoje, diante da minha necessaire de esmaltes, noto que durante cinco anos, só curti esmaltes vermelhos, mas que de um mês pra cá, não os tenho usado. Parece que algo não está combinando nessa parceria.
Será mais uma fase que passou?

Não se iluda… Tudo tem seu começo, meio e fim. Aquilo que hoje, tem tanta importância, amanhã poderá ter menos, ou pode se modificar. Isso é pra tudo nessa vida.
Quem nunca ouviu uma música trezentas vezes por dia durante um mês todo e depois pegou nojinho. Quantas coisas você fazia todos os dias e ultimamente anda sem paciencia até pra pensar sobre isso?
Eu mesma ando com nojo de Fandangos, sabe? Estou preferindo Baconzitos.

No amor, o começo é fogo, é paixão avassaladora. Depois vem a calmaria, a certeza e a segurança. Mas seja inteligente. Saiba perceber as mudanças e faça suas adaptações, sem jamais perder a ternura, a doçura e demostrar carinho. Serei uma velha rabugenta pegando no pé de um velho mais rabugento ainda. E feliz da vida por conta de tudo, tudo isso.

Tudo é começo, meio e fim, até nós.

 

“Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Mas ele ainda quer saber:
– Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devia ter insistido um pouco mais…
E ela diz:
– Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!”

Moral da história:

Esse fato foi contado por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Diante disso me pergunto:
‘Quero ser feliz ou ter razão?’

Dica de texto da minha querida e sempre presente, CU, Carla Dourado, sobre nossas conversas sempre ótimas, sendo na volta da faculdade, no supermercado ou por aí, no acaso.


UM POUCO DE BEM E UM POUCO DE MAL. É SÓ MISTURAR COM ÁGUA.

Trabalho com comunicação há cerca de 10 anos.
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*moro em São Paulo
*tenho duas filhas de 4 patas
*adoro cozinhar e comer
*palmeirense
*tenho transtorno compulsivo depressivo, em tratamento

ESSE BLOG serve como uma terapia para exteriorizar meus pensamentos, perceber minhas necessidades de mudança, avaliar meus erros e acertos, virtudes e defeitos.
Aqui tem minhas tristezas e alegrias. Meus sonhos, planos e conquistas.
Tem me ajudado! Espero que ajude você a também ter uma vitória por dia.
Um beijo.

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Enfim deu certo. Pão pizza Bolinho para aniversario do meu gato @roberto_terremoto 
Desejo muita saúde e alegrias, com a benção de Nossa Senhora Aparecida!
❤️🙏🏻 Parabéns para o meu gato!!!
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