UMA VITÓRIA POR DIA

Flavio Siqueira sempre tem algo a dizer quando procuro palavras que confortem a minha inquietude.

Existe uma grande diferença em ser BOM e ser BONZINHO.
O BONZINHO faz as coisas por culpa, passando a mão na cabeça das pessoas, buscando ser aceito, por pena ou por comodidade e muita vezes, em nome do bem, acaba fazendo o mal. Ao passo que o BOM é aquele que faz as coisas a partir do amor, e esse entende que as vezes, esse amor diz NÃO, diz BASTA,  e as vezes isso pode gerar dificuldades. Pode gerar interpretações dos outros de que aquela bondade é um mal. E isso que as pessoas julgam como “mal”, lá na frente se apresentará como um bem na nossa vida (e na de outras pessoas) e da mesma forma, o que podemos julgar como um “BEM”, agradável, que faz cócegas na alma, terminará como maldade no nosso crescimento ou no  crescimento e na maturidade de outras pessoas.

Ser BOM é agir com consciência, sabendo o valor de cada coisa, elencando suas prioridades, suas responsabilidades e acima de tudo, revisando as suas motivações. Enquanto que o BONZINHO, tudo o que quer é agradar, fazendo e falando SÓ o que o outro quer ouvir.

Vivemos em uma cultura do bonzinho, do politicamente correto, das frases agradáveis. Mas o pensamento crítico é a bondade que nos salva desse sistema em que vivemos. Que repele, que restringe que não é bonzinho.
Daí chega um dia em que o indivíduo cansa de ser BOM e se questiona até que ponto valeu a pena. Ele espera  ser reconhecido por sua bondade, por seus atos.  Esperava reconhecimento no trabalho, na família, entre os amigos. E esse reconhecimento não vem. Não vem uma palavra, um aplauso, nada.

Valeu a pena ser o que foi, se preservar da corrupção, cuidar da sua mente, ajudar e falar para as pessoas nem sempre o que elas gostariam de ouvir?

Chega um momento da vida em que olhamos pra trás e nos perguntamos: “o que eu ganho com isso”? Por ser BONZINHO, a minha conta no banco vive no vermelho, não tenho coisas que gostaria, não cheguei onde queria chegar, nunca tive reconhecimento por aquilo que eu falo ou sou.

Enquanto que outras pessoas MEDIANAS, que andam junto com a manada,que fazem parte da engrenagem da sociedade,  são mais reconhecidas, mais valorizadas e tem mais importância. São aceitas, são queridas, são lembradas, são reconhecidas.

Se chegar nesse estágio, pense:
Que tipo de recompensa você espera em ser quem é? Se você quer aplausos e recompensas, seja igual aos outros.  E dali que virão os aplausos.

Mas, agir por consciência, ser BOM, ser JUSTO, tem como recompensa a única e melhor sensação que alguém pode ter, que  é a integridade que você mantém, apesar dos pesares.

Existem grandes pessoas que servem como pequenos faróis na vida de outras pessoas pequenas, com luzes artificiais. Tudo o que você puder fazer de BOM, não se compara com as engrenagens da maioria .

O que você espera do mundo? Que futuro você quer pra você? Devemos ter a consciência que BONDADE se mede pra dentro e recompensas devem ser vividas e sentidas interiormente, naturalmente.

Se não, vai chegar um tempo em que ser BOM, vai ser um peso e a falta de reconhecimento lhe amargurará. Que tipo de reconhecimento e que tipo de recompensa você espera?
Pense nisso.

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O dia tem 24 horas.
Em média, dormimos 7 horas
Trabalhamos, em média 9 horas
Passamos, em média, 4 horas no trânsito para ir e voltar do trabalho.
É… são 4 horas pra fazer alguma coisa que dê prazer. O problema é que os prazeres são diferentes e sempre, um vai ficar sem a sua cota de felicidade do dia.

Que merda essa tal vida moderna. Tudo corrido. Ninguém conversa mais. Ninguém se senta à mesa pra almoçar e jantar junto e contar como foi o dia. Só o que interessa é estar conectado, se mostrar e ver o que o mundo faz para se aparecer também. As mãos não estão mais dadas a outras mãos. As mãos só seguram um celular e os dedos apertam telas com balinhas coloridas, durante o dia todo.

Em um restaurante, não tem mais olho no olho. Só tem olho na tela.
Quem tenta ficar fora desse universo touch e julgado como chato.

Fico assustada demais vendo a que ponto chega o vício por tecnologia. Adultos esquecendo de compromissos, esquecendo que existe pessoas dentro de suas próprias casas que só querem conversar um pouco, olho no olho. Amigos que só queriam receber um telefone pra ouvir a voz do outro e não uma mensagem sem expressão
Crianças que perdem a essência da infãncia. Que não jogam bola descalças na terra, que não fazem castelos de areia na praia, que não jogam bola e não andam de bicicleta, porque com o celular na mão ou sentados na frente do computador ou video game dá menos trabalhos aos pais.

Eu não vou fazer parte desse mundo chato onde o amor por um aparelhinho é o que rege o universo, desculpe.

 

Ontem o Fantástico apresentou uma matéria sobre pessoas com Trantorno Bipolar.
Assisti e percebi que as pessoas da minha casa também viram e achava que com isso, eles iriam entender um pouco mais sobre as minhas crises. Mas fiquei com uma sensação que faltava algo naquelas informações… não era só aquilo que o Dr. Dauzio Varella abordava.
Eu sentia bem mais que aquilo tudo que as duas convidadas falavam.

No grupo Bipolar Brasil, várias outras pessoas também tiveram essa impressão.

Vejam o que pensa a Angela, que manifestou seus pensamentos na página do grupo no Facebook.

… NÃO ABORDARAM, O QUE REALMENTE UM BIPOLAR SOFRE, NO SEU DIA A DIA .
NÃO FALARAM DO SOFRIMENTO DAS PESSOAS QUE CONVIVEM COM UM BIPOLAR.
DO QUANTO É DIFICIL, MANTER UM RELACIONAMENTO,UM CASAMENTO, CRIAR UM FILHO, TRABALHAR, MANTER AS IDEIAS EM ORDEM. A VIDA SOCIAL, ONDE POUCAS PESSOAS ENTENDEM, O PORQUE DE VOCE ESTAR LINDA, E PRONTA PARA IR NUMA FESTA , E DO NADA ,VOCE TER VONTADE DE SE TRANCAR EM SEU QUARTO , NÃO QUERENDO VER MAIS NINGUÉM….…NÃO FALOU DO QUANTO É DIFICIL A INFÂNCIA DE UM BIPOLAR , A ADOLESCÊNCIA DE UM BIPOLAR. AS PESSOAS QUE DESCONHECEM , DIZENDO QUE VOCE É UMA PESSOA , INSTÁVEL DE ” LUA “.UMA HORA ESTA BEM , NA OUTRA ESTA TRISTE….

Entenda um pouco mais, assista esse vídeo sobre Bipolaridade, no qual Jairo Bouer (UOL) entrevista Dr. Ricardo Alberto Moreno.

“Ter um filho é como fazer uma tatuagem na cara. Você precisa realmente ter certeza de que é isso que você quer antes de se comprometer.”
Elizabeth Gilbert

bipolarMeu primeiro contato com o Transtorno Bipolar do Humor foi dos 6 aos 16 anos, vivendo com a minha mãe, que era bipolar. Nos anos 80 ninguém falava sobre Trasntornos Obsessivos Compulsivos e nem de longe haviam ideias de tratamento.
Me lembro que ela tinha crises de tempos em tempos. Durante a semana, alguns dia ela estava alegre, feliz e em outros dias estava muito brava, irritada e passava dias trancada no quarto. Ela saia do quarto só para ir ao banheiro e pegar algo para comer. Guardava diversos pães dentro do guarda roupa para poder comer quando estava em crise. Não conversava com ninguém. E quando  estava bem, comentava que não sabia o que acontecia com ela e dizia:

“É como se o meu corpo fosse se trancando todo e a raiva fosse se instalando de dentro de mim. E de uma hora pra outro, parece que todos os cadeados se abrem e eu fico feliz outra vez”

Era essa frase que ela falava sempre, depois que saia dos dias trancada no quarto.

As minhas tias dizem que eu sempre fui assim: de uma hora pra outra eu não queria mais conversar, chorava por motivos bestas e as vezes ficava muito agitada, muito feliz, até sem motivo,  “coisa de criança”. (ou não)

Bom, pulando vários anos, já na vida adulta, me lembro de vários episódios, que hoje, sei que fazem parte da Bipolaridade.

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loka5  O ESTOPIM DA BOMBA

Parece que tudo vai bem e de repente um empurrão, alguém lento na minha frente, um acontecimento banal (sempre banal) que vai contra o meu planejamento, a minha vontade, é o que basta para o botão do humor mudar e instalar a crise. É igual ao que minha mãe falava: a raiva vai se instalando. E eu xingo, sou agressiva,quero bater nas pessoas, brigar por qualquer coisa e até, por muitas vezes, pensei em me matar.
As crises aumentaram em 2008 e tiveram seu pico em 2011 com vários acontecimentos entre separação, acidente, depressão profunda.
Comecei a me consultar com um psicólogo, mas nunca abordei essa questão do Transtorno Bipolar. Falava de modo específico sobre coisas que me tiravam do controle emocional, mas nunca abordamos sobre o motivo.
Semana passada (01-03-13) aconteceu um  fato que acredito que tenha sido o empurrão que eu precisava para iniciar o tratamento.

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CORRENTE DE COMBATE AO CÂNCER
Recebi diversas mensagens pelo Facebook sobre uma tal corrente composta apenas por mulheres, na qual elas teriam que fazer uma conta com o dia que nasceram e o mês e o resultado, daria em uma cidade do mundo (absurdo), então elas colocavam no perfil o dia do aniversário e a tal cidade, ficando assim, por exemplo: 14 dias em NY. E essa tal corrente seria em prol ao Combate de Câncer de mama (mais absurdo ainda).
Isso me tirou completamente do sério. Recebi mais de 100 mensagens em uma tarde. Fiquei extremamente brava, irritada, xinguei de forma muito pesada algumas mulheres que participavam dessa corrente imbecil.
Desabafei e pronto. Como sempre fazia quando algo me irritava: xingava, mandava par PQP e pronto.
Um dia depois, a minha melhor amiga, irmã e protetora, Juliana Tribino veio conversar comigo sobre essa irritabilidade, que poderia me trazer problemas. Falamos sobre vários episódios de descontrole que tive e fui pensando sobre o assunto.

CHEGOU O DIA
No dia seguinte, marquei consulta com uma psiquiatra e conversamos sobre o histórico da minha mãe, as coisas que aconteciam comigo, as consultas com o psicólogo e ela disse: Você tem Transtorno Bipolar do Humor. É uma doença que não tem cura, tem tratamento e pode ter ligações com hereditariedade”.
Ela disse que eu precisava iniciar o tratamento combinado: Acompanhamento médico com psiquiatra, acompanhamento com psicólogo e medicamento, o estabilizador de humor. Comecei tomando o Ácido Volrpóico (Depakene) duas vezes ao dia e marquei consulta com psicólogo especializado em TBH. Estou bem confiante no tratamento para que os sintomas se neutralizem.

ENTENDENDO O TBH
A TV Cultura exibe um programa sobre o tema,  no qual  a A Dra. Doris Hupfeld Moreno do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas-SP explica sobre a doença e os tratamentos.

O QUE É O TRASNSTORNO BIPOLAR DO HUMOR
É um disturbio mental crônico e episódico. Começa em geral na infância e adolescência e até os 30 anos a pessoa já desenvolveu a doença e ela dura a vida toda e evolui com episódios de crises dos polos negativos ou positivo. Ambas podem durar dias, semanas ou anos.
O Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva, é caracterizado por oscilações ou mudanças cíclicas de humor. Estas mudanças vão desde oscilações normais, como nos estados de alegria e tristeza, até mudanças patológicas acentuadas e diferentes do normal, como episódios de MANIA, HIPOMANIA, DEPRESSÃO e MISTOS. É uma doença de grande impacto na vida do paciente, de sua família e sociedade, causando prejuízos freqüentemente irreparáveis em vários setores da vida do indivíduo, como nas finanças, saúde, reputação, além do sofrimento psicológico. É relativamente comum, acometendo aproximadamente 8 a cada 100 indivíduos, manifestando-se igualmente em mulheres e homens.

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Polo Negativo
Depressão –  (leve, moderada e grave). O indivíduo sente tristeza, carência, apatia, falta de energia, desânimo, falta de capacidade de sentir prazer sexual, insônia.

Polo Positivo – Euforia  –  (mental e físico). O indivíduo tem pensamentos rápidos demais, tem “pressa” em pensar e fazer coisas, não consegue relaxar, não consegue ficar parado sem fazer nada, sempre está procurando algo para fazer, como arrumar coisas, limpar a casa, mudar algo de lugar, andar depressa, entre outras coisas, o que pode causar fadiga mental e física ao extremo. Irritabilidade, agressividade. Existe também os aumentos de atividades de compulsão. Compras, bebiba, drogas, comida, tatuagens, piercings, etc. Nas fases de euforia que se combinam com TPM, a irritabilidade fica mais forte.

O tratamento do transtorno bipolar é dividido em três fases: aguda, continuação e manutenção.

A VIDA COM TBH
Sem tratamento, é um inferno. Eu mesma já não estava mais me aguentando. Nas crises, tanto de euforia quanto de depressão, não aguentava mais  o cansaço, a revolta, a incompreensão.
As amizades vão se acabando, as pessoas de casa não aguentam mais o meu mal humor habitual. Até que cheguei em casa e falei pra minha tia que ia procurar a psiquiatra, pois estava no limite. Conversei com o meu noivo, falei tudo o que estava acontecendo. As pessoas não tem como saber, elas acham que sou chata, arrogante e briguenta de forma gratuita.
Estou no segundo dia do remédio e minha consulta com psicóloga especialista é daqui 5 dias. Em breve escreverei mais detalhes aqui nessa categoria.

cha  Desde que nos tornamos um casal, vivemos uma relação baseada em amor, companheirismo e respeito. Tem carinho, tem paixão, tem (muito) ciume, mas tem muita conversa e muita troca.

Nessas mil conversas, ficou evidente que o que mais queríamos era ver o outro todo dia. Beijar o outro todo dia, acordar e dormir juntos todo dia. Ficou evidente também o quanto cada um melhorou depois que o outro chegou. O quanto passamos a ser mais felizes e mais esperançosos. Nos tornamos um pouco melhores em diversas coisas.

E então entendemos que queríamos nos casar. Viver juntos, morar na mesma casa e conviver. E Assim começaram os planos,  as buscas, o planejamento.

E vamos do começo: o apartamento, o chá de panela, a mudança e a vida a dois em si. O casamento será no civil, já que eu não tenho vontade de casar na igreja, porém ainda não tem data (grrrrrrrr) por conta de burocracias legais, mas espero que não demore, pra eu nao ficar (GRRRRR) clandestina por muito tempo, já que  pra mim, essa coisa se ser casada no coração e oficialmente solteira não dá.

É gostoso escolher a cor da tinta para as paredes, a cor do sofá e das cortinas, fazer lista de presentes e convidados para o chá, encaixotar as coisas que vão para o apartamento. Ver o meu quarto de solteira cada vez mais vazio me dá a sensação que está cada cada vez mais perto o dia de estar no quarto de casal.

Já encomendei com a futura sogra, a pintura do quadro que ficará na sala de jantar. Hoje conversei com o estofador sobre o tecido do sofá e semana que vem,  vou atras de idéias para as cortinas.

E a parte mais difícil… guardar dinheiro pra tudo isso! Eu, consumista do jeito que sou, ERA, já nem preciso ficar me policiando e sofrendo na frente das vitrines. Não compro nada já tem dois meses. Nada de roupa nova, sapato, bolsa e baton. Como diz o ditado: A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS.

Casar sem grana é uma tarefa complicada, mas sabe que eu acho que é aí que a gente passa a dar mais valor nas coisas. Mesmo com dificuldades, existe a vontade master de passar por cima de tudo, contornar, encontrar soluções e consegiuir realizar os desejos. E sempre tem o jeitinho. Nessa hora, a família e os amigos ajudam muito. Ganhamos uma coisa ali, uma ajuda daqui,  e o mais importante, vibrações positivas para que tudo dê certo.

Então amigos, contamos com vocês para a parte boa: torcida, ajuda e muita diversão na festa . Ahhhh vai ter festa sim…. ô se vai.

ATÉ LÁ!!!

ele  FELICIDADE!


Essa é a palavra que traduz a Débora de hoje.
Por ter a companhia dele. Por saber que ele poderia ter escolhido tantos outros caminhos, tantas outras alternativas e tantas outras pessoas.
E eu, por ter aprendido a esperar, por ter aprendido a contar até dez, por ter dito sim naquele 14 de setembro de 2011  e  simplesmente por ter  fé em dias melhores.

Estamos vivendo agora uma fase deliciosa de planos, sonhos e expectativa.
Em breve, muito em breve, nossos olhos terão ao acordar, os olhos do outro bem na frente. E no fim do dia,  o boa noite não será mais por telefone.

Que venha tudo, com muito amor, carinho, respeito e admiração.

AMO esse que me escolheu como noiva e que eu escolhi para viver ao lado, completamente feliz!

UM POUCO DE BEM E UM POUCO DE MAL. É SÓ MISTURAR COM ÁGUA.

Trabalho com comunicação há cerca de 10 anos.
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*moro em São Paulo
*tenho duas filhas de 4 patas
*adoro cozinhar e comer
*palmeirense
*tenho transtorno compulsivo depressivo, em tratamento

ESSE BLOG serve como uma terapia para exteriorizar meus pensamentos, perceber minhas necessidades de mudança, avaliar meus erros e acertos, virtudes e defeitos.
Aqui tem minhas tristezas e alegrias. Meus sonhos, planos e conquistas.
Tem me ajudado! Espero que ajude você a também ter uma vitória por dia.
Um beijo.

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